terça-feira, 15 de março de 2011

Expedição ao Oeste em busca d'Emmanuelle - 12 Março, 2011

A chegada











Após longa e penosa preparação, realizou-se a fantástica expedição ao oeste lusitano em busca da Emmnuelle que o nosso Reinaldo tinha encontrado e engordado desde Janeiro...


À chegada, as nossas formosas colegas espalhavam charme no pequeno largo fronteiro à formosa igreja de Santo Quintino




Reinaldo, o nosso "agente" no Sobral de Monte Agraço fazia as honras da casa










João, Mella e Aníbal com a igreja em fundo

António Bogalho, presidente da Câmara Municipal do Sobral, recebe a fogosa delegação d'Económicas...











Na Igreja de Santo Quintino



À porta da igreja quinhentista, Reinaldo convida a entrar




















Reinaldo dá preciosas informações sobre a construção da igreja e seu patrimónioo não dando qualquer hipótese de brilharete às "guias" Sandra e Joana


Mandada erigir por D. Manuel em 1520, a construção apenas se terá iniciado em 1530 devido, naturalmente, a dificuldades orçamentais e a não se localizar na Madeira...
Em todo caso, permanece desconhecida a razão que levou à sua edificação em local tão ermo .

Talvez o "lobby" do oeste já fosse muito forte e suspeitasse que cerca de três séculos depois haveria ali motivos para celebrar e agradecer à protecção divina...





No seu interior a igreja surpreende pela rica azulejaria e ornamentação. A padroeira ér N. S. da Piedade não obstante o forte culto a Santo Quintino cuja imagem terá sido ali mesmo esculpida na pedra utiizada na construção do templo.




































Alguns "peregrinos" invocam a protecção do santo
















Magnificos azulejos cobrem as paredes das naves e da capela



































Alguns diáconos preparam-se para ajudar à missa...














Imagem da padroeira
















Veja-se a sequência da azulejaria através da porta...















Esperemos que fiquem menos pecadores...


















O barrete do santo terá efeitos santificadores; será suficiente...?












Uma peregrina com nome auspicioso (do Céu...) coloca-se à guarda de S. Pantaleão



















Este diácono estava muito activo no acolhimento às fiéis...













As nossas "guias" junto da Virgin, nossa guia espiritual...













Poderosa imagem da igreja












































No monte Alqueidão





Terminada a visita à igreja, o grupo avançou decididamente para o monte Alqueidão despedindo-se do presidente da Câmara que tão amávelmente nos quis receber.



O forte de Alqueidão assinala um ponto chave da estratégia das "nossas" tropas frente aos invasores franceses do general Macena.

Genialmente (no mínimo) interpretada pelo celebrado duque Wellington (que veio a abrir um bar em Cascais, alguns séculos depois...) a estratégia passava por estas "linhas de Torres" que surpreendendo o invasor constituiram elemento chave na derrota dos malandrecos...






A caminho do forte o pessoal prepara-se para novas emoções











Subida pelo percurso marginal à estrada militar original











No cimo do monte, um observatório militar

































































A vista é espantosa o que servia às mil maravilhas a estratégia das linhas de Torres











Serão francesas...?














Vestígios da destruição que os gauleses semearam...

















Restos das paredes dos paiois



















































Um friso de invasores...


















Já refeitos das emoções da primeira parte da visita as tropas reagrupam-se
















Só faltou aparecer o Asterix...













No prato com Emmanuelle











Chegados de novo ao ponto de partida, o grupo subiu pelas veredas do chateau até às salas do banquete

















À chegada, Emmanuelle em trajos menores, esperava-nos ansiosa..






















Além da dita, magnificos manjares nos esperavam




Tinha chegado, entretanto, um dos mais famosos Antónios Correias presentes... vindo directamente de Peniche, apelou de imediato ao esclarecimento da ínvia alusão aos "amigos de Peniche"...



















Uma beldade presente não resistiu e abandonou temporáriamente os cuidados com dietas

















Aqui já Emmanuelle se abandonava às carícias mandibulares dos comensais cujo apaetite era estimulado pelo fabuloso som do "Je t'aime, moi non plus..."











A anfitriã, Lúcia, não deixou os seus créditos por mãos alheias














A "nossa " Júlia em plena função...














O casal apanhado em flagrante















Ainda não percebi porque é que aquele folião anda sempre com os braços no ar... bem, mas aqui está bem acompanhado!

































De fazer água na boca...




















Huuuuummmmm....!

















Lá está o lobby dos Correias a tramar alguma...

































Tomar e Oeira bem representadas....
















No final, ainda se ensaiaram passos de dança, mas os restantes foliões não tinham perninhas para acompanhar...








Ora vejam o que é que verdadeiramente apetecia....



















E lá fomos beber umas bicasitas ao café da terra...
















Já no interior do dito...

















Traçaram-se planos de ataque





















O primeiro dos Correias (é jovem há mais tempo que o outro...) apadrinha a novel aquisição do grupo, a Ana, cuja integração foi tão rápida como a de qualquer brasileiro na equipa do Binfica...











Olha a Teresinha a olhar de lado...

















Natalie sempre em forma..!














Quem "somos" nós, ou o casal Oliveira apoia a Luisa...















Lá estão os Correias a tramar alguma













De novo no chateau Fragoso

















A tradicional foto de família disputada pelos meios de comunicação de todo o mundo