quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sardinhada na Caparica




2010, Julho, 17


Sardinhada no Castelo dos Prim
Cumprindo a tradição anual, o grupo d'Económicas realizou a célebre sardinhada no castelo dos Prim, com todo o gabarito...
Como não podia deixar de ser, as sardinhas vieram da famosa Rua Direita e o néctar dos deuses, do Nabão.
Dois dos convivas, aprestam-se com denodo para a nobre missão que se aprontava






Aspecto geral do banquete...



O Zé, no seu melhor, afina a garganta para a fadistice que prometia


As meninas Mella e Mariana mal podiam conter a impaciência ante a alegria geral; lá atrás, o Américo espreita...





O desengomar da função


A mesma cena, mais risonha...

O Zé, como bom fadista, expressa todo o seu sentimento




O Torcato, solícito, vem ajudá-lo




Um grupo de jovens participantes posa para a posteridade, com o Américo sempre na malandrice...




Idalina, entusiasmada, faz contas de cabeça...







O pessoal já animado, deambula com grande à vontade







O casal Champ d'Ourique atento ao desenrolar da festa








Um animado trio de copas, faz jus à fama do pessoal d'Inconómicas









Agora, um trio de quatro...









O Torcato, lá ao fundo, toca a corneta com todo o arreganho












Marrafa, o mágico, inicia um passe de fantasia e vai fazer evaporar um lenço













Ante a admiração geral, o lenço desapareceu mesmo...!!!














Cá está o lenço de novo, provando que existia mesmo, ao contrário do que já afiançavam o Crespo e o Pacheco...















Já a finalizar, o Américo consegue segurar a camisola com o músculo abdominal...!
















E pronto, fazem-se os discursos e as juras de amizade perene, começando a preparar-se o evento de 2011...


Até breve!
















domingo, 11 de julho de 2010

Missão ao Alqueva


8 da manhã do glorioso 9 de Julho, dia da misteriosa missão da AAA/ISEG ao Alqueva e Moura.

Preocupada, a Virgínia confere os últimos pormenores...


O próprio Sebastião José não quiz deixar de manifestar o seu total empenho no sucesso da missão, acompanhando lui même os preparativos da partida


Não, não se trata do Falcon posto pelo Governo à nossa disposição pois optámos por utilizar uma magnífica caravana da Barraqueiro



Em plena viagem, um momento de pausa para que as nossas colegas pudessem manter a linha...



Um par de artistas mostrava grande à vontade e boa disposição antevendo as delícias de um dia bem passado, sem o massacre dos media com tricas da politiquice caseira (ou estrangeira), mergulhando de cabeça no Alentejo profundo...






A extraordinária viatura que nos transportou numa viagem verdadeiramente executiva






A planicíe alentejana em todo o seu esplendor
















Já em Beja, a EDIA recebeu-nos com hospitalidade alentejana, franca e saborosa...
Um cafésinho para manter bem viva a atenção desta pleiade economista








Pires de Andrade, do Conselho de Administração da EDIA e Carlos Silva, director do Gabinete de Relações Públicas, receberam-nos e apresentaram em detalhe o projecto do Alqueva, tantas vezes mal tratado, certamente devido a ignorância sobre a verdadeira natureza e importância que assume na economia e desenvolvimento desta vasta região.
Ficámos, assim, a conhecer este grandioso projecto à escala regional, de importantes repercussões à escala nacional.

Trata-se de um objectivo antigo, chumbado em 1978 e retomado já nos anos noventa, com início dos trabalhos em 1995. Terminada a barragem em 2004, previa-se a conclusão das obras de infraestruturas agrícolas em 2030...
Mas em 2005 foi decidido acelerar os trabalhos de modo a finalizá-los em 2015, prazo que veio ainda a ser encurtado para 2013 após ponderação da importância e efeitos dinamizadores do projecto.

Neste momento, 52.000 hectares são já beneficiados pela rede hidríca do sistema e espera-se que outro tanto venha a ser abrangido no final da execução do projecto. Nessa altura, cerca de 120.000 hectares de terreno de sequeiro terão condições para culturas de regadio, permitindo a exploração de novas culturas e actividades. No campo de energia, a barragem (concessionada à EDP por trinta anos, a troco de 390 M€) tem actualmente uma potência de 260 MW que será reforçada para o dobro até ao finais de 2011.
Soma-se a esta potência cerca de 21 MW das cinco mini-hídricas que completam o projecto.

O magnífico e enorme lago artificial criado pela barragem, constitui suporte para actividades impensáveis nesta região há uns anos atrás...
São cerca de 250 km2 e mais de 4oo ilhas.
As águas atingiram já a cota máxima planeada, desfazendo os receios do eterno criticismo que agourava a impossibilidade de a atingir nas próximas décadas...
Compreende-se, assim, que à célebre frase "construam-me, porra!" se tenha seguido "encham-me, porra!" e, agora, "já chega, porra!"...

Alguns dignatários apreciam a famosa barragem



























O curso de 75/80 presente e bem representado...
















A nossa "monitora" Ana Rita a quem coube a tarefa de organizar a missão, merece as nossas felicitações pela forma excelente como tudo decorreu































Almoço em Moura e Central fotovoltaica


Depois da interessante sessão na EDIA, em Beja, e da visita à barragem, fomos para Moura onde nos esperava um fantástico almoço no agradável restaurante "O Celeiro", bem alentejano.
Fomos recebidos pelo grupo "Os Almocreves" que nos transportou para a realidade alentejana tâo bem traduzida nos seus cantares tradicionais.





O grupo refrescou-se e animou com os excelentes vinhos e petiscos cuja qualidade desnecessário será enaltecer...



Sem falsas modéstias, uma das mesas mais importantes do banquete...






Cá temos os Almocreves em plena função com a sucessão já assegurada...
Mais abaixo pode ver-se uma curta produzida pelo grande Antonioni e que irá a Cannes no próximo ano, se o Oliveira não fizer o dele...






O pequeno cantor de Moura não desmerece em confronto com os seus confrades de Viena...







Um conhecido e consciente economista não perde a oportunidade para iniciar o petiz nas convulsões capitalistas, assessorando-o na distribuição dos emblemas do grupo...










Um pouco confuso com a discussão ideológica, o alentejanito foi consolado pela sempre atenta Virgínia..










No final, o grupo distendeu-se em conversa amena, lembrando outras aventuras











Uma boa festa não podia acabar sem bailarico e a Natália demonstrou à saciedade a brilhante capacidade dos economistas em qualquer circunstância






















No final cantou-se em coro, "às quatro da madrugada" e despedimo-nos do simpático Celeiro...











Cá fora uma cegonha seguia, curiosa, o desenrolar dos acontecimentos, reflectindo que terá mais dificuldade em concretizar apagões na energia gerada nas fontes alternativas...















No auditório, o Eng.º Vitor Silva, da Câmara de Moura, apresentou-nos o grande projecto fotovoltaico, um dos maiores actualmente instalados em todo o mundo, em operação desde Janeiro de 2007.
Com uma potência instalada de 42MW, esta central é bem o exemplo do caminho que terá de seguir-se para reforço da utilização crescente de energias alternativas e renováveis.






Depois de acesas argumentações em torno dos "preços apoiados" e das opções a seguir, terminou a sessão e fomos saudados por um garboso exemplar do pastor alentejano...