Depois da interessante sessão na EDIA, em Beja, e da visita à barragem, fomos para Moura onde nos esperava um fantástico almoço no agradável restaurante "O Celeiro", bem alentejano.
Fomos recebidos pelo grupo "Os Almocreves" que nos transportou para a realidade alentejana tâo bem traduzida nos seus cantares tradicionais.
O grupo refrescou-se e animou com os excelentes vinhos e petiscos cuja qualidade desnecessário será enaltecer...
Cá temos os Almocreves em plena função com a sucessão já assegurada...
Mais abaixo pode ver-se uma curta produzida pelo grande Antonioni e que irá a Cannes no próximo ano, se o Oliveira não fizer o dele...
O pequeno cantor de Moura não desmerece em confronto com os seus confrades de Viena...
Um pouco confuso com a discussão ideológica, o alentejanito foi consolado pela sempre atenta Virgínia..
No final, o grupo distendeu-se em conversa amena, lembrando outras aventuras
Uma boa festa não podia acabar sem bailarico e a Natália demonstrou à saciedade a brilhante capacidade dos economistas em qualquer circunstância
No final cantou-se em coro, "às quatro da madrugada" e despedimo-nos do simpático Celeiro...
No auditório, o Eng.º Vitor Silva, da Câmara de Moura, apresentou-nos o grande projecto fotovoltaico, um dos maiores actualmente instalados em todo o mundo, em operação desde Janeiro de 2007.
Com uma potência instalada de 42MW, esta central é bem o exemplo do caminho que terá de seguir-se para reforço da utilização crescente de energias alternativas e renováveis.
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