
Numa manhã pré chuvosa de Novembro, o grupo do Quelhas junta-se para nova aventura, a caminho das Caldas, terra de grandes tradições, onde a Rainha Santa teve alguns problemas mal esclarecidos...
Transportados
num moderno veículo pilotado pelo Sr. Carlos e orientado pela Tiiiiiiia Irene, avançou-se com determinação e entusiasmo para a terra das cavacas e de outras particularidades, de que se darão nota nesta crónica.
Os passageiros, com os cintos apertados, iniciam a viagem com notória boa disposição
Já nas Caldas, o pessoal reagrupa-se estabelecendo a estratégia de abordagem às diversas fases da jornada, a saber:
-visita ao museu do nosso grande José Malhoa;
-passagem pelo mercado de frescos na praça central;
-ida ao Imaginário para conforto dos estômagos; aquisição de artigos tradicionais das Caldas;
-volta aos arredores com pasagem pela foz do Arelho, já noite cerrada.
Uma circunstante, verifica admirada que os componentes do grupo tão animado, eram, afinal, figuras bem mediáticas
O tal grupo
O estabelecimento da estratégia, implicou uma animada assembleia onde os diversos ângulos da questão foram totalmente dissecados
Já no Jardim, deparou-se aos viajantes paisagem deslumbrante!
Não falta o lago com cisnes para estimular a imaginação e proporcionar bem estar
O dito cisne, preparando-se para a dança
Lá vai ele
Uma moçoila das Caldas parece renascer entre as alfaces...
O pessoal extasiado ante tanta beleza e calmaria
No exterior, as estátuas enriquecem o ambiente calmo dando-lhe o adequado toque artístico
O cronista, convencido que está na sua casa de fim de semana...lá atrás, o Zé não deixa escapar nada.
Já no interior do Museu, a Margarida Obst foi de uma eficiência total servindo de Guia ao grupo de rudes visitantes que inopinadamente lhe surgiu pela frente.
Na vitrina aprecia-se uma síntese dos vários momentos da faiança das Caldas, bem presente no Museu
Um pouco de história...:
Deve-se a António Montês a idéia da criação do Museu de José Malhoa, estando na sua génese a pintura "Rainha D. Leonor", oferta de Malhoa ao povo das Caldas em 1926, em resposta a um pedido de Montês ao pintor e que marcou a sua reaproximação à terra onde nasceu, em 1855, depois de repartir a sua actividade por Lisboa e Figueiró dos Vinhos. Em 1933 o museu é legalmente criado, dando-se a sua inauguração no ano seguinte já depois da morte do pintor.
O museu é inicialmente instalado na na "Casa dos Barcos" no Parque D. Carlos I e, em 1940, inaugura-se o actual edifício construido de raiz para o museu e tendo tido duas importantes ampliações em 1950 e em 1957.
As colecções do museu constituem um importante acervo do naturalismo português centrado na obra de José Malhoa (1855-1933). Estão também presentes obras representativas do romantismo tardio e do chamado "grupo do Leão". No retrato, mostam-se pinturas de Eduardo Malta e de Henrique Medina.
A escultura ocupa espaço importante no Museu, assim como a cerâmica com uma panorâmica da produção local, centrada na figura de Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905), também membro do grupo do Leão.
No jardim distribuem-se cerca de três dezenas de esculturas relacionadas com o percurso estético delineado no museu.
(Fonte:Notas baseadas no folheto de informação sobre o Museu)
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