terça-feira, 18 de maio de 2010

A chegada


Já nos domínios da Companhia das Lezírias, esperava-nos a Sónia que nos guiou com grande simpatia, saber e paciência.


O grupo bebia as palavras da nossa guia com a sofreguidão dos verdadeiros estudiosos


A primeira vista da vinha é marcante e todos se imaginaram a viver num sítio com 140 ha de vinha, a produzir 8000 lts de vinho por ha...
A Companhia foi fundada por D. Maria em meados do sec XIX e tinha inicialmente cerca de 50.000 ha reduzidos para cerca de metade na actualidade...
É basicamente constituida por duas zonas - a Charneca com cerca de 11.000 ha com vinha e produção florestal e a Lezíria, mais fértil, com cerca de 9.000 ha, produzindo arroz e forragem.





As famosas cegonhas da EDP, que asseguram apagões esporádicos, têm alojamentos condignos devido aos cuidados ecológicos sempre presentes nas preocupações da Companhia das Lezírias (CL).






Verdadeiros especialistas em generalidades, elementos do nosso grupo inteiram-se das condições da vinha, auditando toda a metodologia seguida, muito condicionada pelos cuidados que o extenso lençol friático exige.






O nosso consultor sénior agro-pecuário, aprofunda a análise do terreno e das ervas que convivem com as videiras







Com estilo e à vontade, dois dos nossos mais importantes técnicos, estudam a implantação vinícola que compreende 26 castas






Parte nova da adega, onde se tratam 40 a 50 tons de uva por dia










Já no olival com cerca de 50 ha de plantação intensiva e superintensiva.









Enquanto a Sónia nos debitava toda a informação, o Nabais olha para o balão...












...que afinal era a dita cegonha a tirar o azimute para um futuro ataque à rede da EDP












Valham-nos as florinhas do campo, sempre tão cheias de cor













O nosso consultor ensina o cronista a fazer um caimbo com esteiras e destinado a levar com 13 cebolas e constituir a famosa "réstea"









Mais um momento da "faena" do caimbo...












Sem comentários:

Enviar um comentário