segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Viagem e chegada a Tomar

2010, Novembro, 6



Expedição a Tomar
Apesar de alguns ameaços meteorológicos, o sábado amanheceu bonito e auspicioso deixando antever uma jornada gloriosa à descoberta do território templário...



Como já vai sendo tradição, o pessoal do já famoso grupo d'Econónicas (constituindo o recem rebaptizado FRAQ) reuniu-se manhã cedo junto à 2ª Circular para aceder à viatura contratada, contribuindo desta forma para uma viagem pouco onerosa em termos da pegada de carbono...


























Às nove horas em ponto a nossa caravana partiu, levando aos comandos da viatura o cordial Sr. Lourenço.





Já dentro do veículo a rapaziada aquece a garganta trocando os mimos do costume















Há a destacar a presença de caras novas (e bonitas) nem todas aqui retratadas, infelizmente...







Lá atrás, o burburinho ia em crescendo, perspectivando-se uma viagem bem animada...



O casal Oliveira, não obstante, mantinha a calma e emprestava ao grupo aquele mínimo de seriedade que se exige a um tão afamado grupo




Afinal as caras novas vêem-se todas...

























A "tia", como lhe competia, situava-se na vanguarda para melhor controlar a fogosidade de alguns elementos mais traquinas..




E cá vai o cronista num raro momento em que se achou sentado...

CHEGADA A TOMAR

Depois de muitas aventuras lá chegámos a Tomar à hora prevista, desmentindo-se assim a idéia de que os portugueses nunca chegam a horas.




A comprová-lo estava a Mariana que num gesto de grande simpatia e cordialidade, qual D.Isabel, nos recebeu com rosas que distribuiu às gentis meninas do grupo.



Ei-la confundindo-se ela própria com as rosas que trazia no regaço...







Fazendo jus à tradição de hospitalidade da cidade, fomos recebidos na "Oficina de Turismo" pelo vereador da C M Tomar, Dr. Luís Ferreira, que nos transmitiu informação preciosa sobre a história de Tomar desde a sua fundação em 1160 e a importância decisiva dos templários na sua vida.




Também o nosso Américo nos deu a conhecer a evolução económica mais recente desta importante região que não podendo fugir ao enquadramento geral tão problemático das últimas décadas, perdeu muitas das actividades que lhe conferiam grande peso na economia nacional mas que se foram perdendo na voragem das sucessivas crises que a nossa economia tem sofrido.

Apesar desse pouco enquadramento desfavorável, Luís Ferreira soube transmitir uma imagem de dinamismo que permite aos nabantinos olhar o futuro com algum optimismo... Ainda antes de se iniciar o "porto de honra" houve oportunidade para a nossa Júlia, ex funcionária administrativa do ISEG, referir o protocolo existente entre a nossa antiga escola e o Politécnico de Tomar.





Celebraram-se então vários brindes, agradecendo-se a simpatia e hospitalidade com que o nosso grupo foi recebido.









































Terminada a sessão de boas vindas na "Oficina de Turismo"
deu-se início à visita aos lugares mais emblemáticos da cidade.



Com esse objectivo, embarcámos no fogoso combóio turístico que haveria de nos levar ao Castelo e ao Aqueduto dos Pegões Livres.















Na primeira carruagem seguia o "naipe" do komité organizador com a Virgínia e o Américo a serem coadjuvados pelo Martinho



















A simpática Isa, nossa guia por um dia, nem sabia no que se estava a meter, mas a Mariana acalmou-a com mestria...















À chegada do TGV ao Castelo, dois dos expedicionários quizeram saltar para os comandos experiência única nestes tempos de tecnologias de ponta.















A primeira imagem do convento é deslumbrante















A Isa começa a fornecer a interessante informação sobre este património de grande interesse histórico constituindo um flagrante exemplo da coexistência de estilos arquitectónicos diferenciados, resultante das diferentes épocas em que se foram desenvolvendo diferentes fases da construção do Castelo e da Charola, iniciada em 1160 com o apoio dos templários que regressavam de Jerusalém.
A Ordem foi extinta no início do sec XIV e D. Diniz cria a Ordem de Cristo que herda a tradição e património.



O "povão" bebia interessadíssimo as explicações sobre a construção do castelo...
















A Igreja é construida mais tarde, por iniciativa de D. Manuel I, integrando a Charola. João de Castilho foi o autor do projecto.


As três arquivoltas que formam o portal evidenciam a resultante mistura de estilos (românico, gótico tardio, manuelino).

A "tia" confirmou essa profusão estilistica...































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